Ontem eu estava em uma livraria (coisa que eu AMO fazer) olhando os livros que quero ler e dei de cara com aqueles livrinhos com fotos lindas e dizeres fofos que vendem perto do dia das mães, dos pais, namorados e tal. Eu já comprei o presente do Hugo, faço sempre com antecedência, nunca deixo nada pra última hora, mas pensei que se comprasse o tal livrinho fofo com a capa dizendo "Eu te amo" seria como um cartão mais bonito e eu ainda poderia escrever coisas minhas em cada página.
Beleza, gostei da idéia e fui pegar o livro e olhar as páginas. Já na primeira página estava escrito algo assim: " Nunca esqueci a primeira vez que lhe vi". Epa. Isso não encaixa na nossa estória. Até lembro quando fui apresentada ao Hugo, mas nossa estória é meio diferente da maioria dos inícios de namoro... Fui apresentada ao Hugo em um posto de gasolina, onde vários amigos estavam se encontrando para ir dançar. Fui apresentada e esqueci que fui. Dias depois em outra night da vida, uma amiga perguntou pra mim na frente dele: "Já conhece o Hugo, Paulinha?" E eu respondi que não! E ela me apresentou a ele novamente. O Hugo, é lógico, depois de ser apresentado a mim pela segunda vez, não deixou barato e fez questão de me deixar sem graça: "é a segunda vez que você é apresentada a mim, fomos apresentados no dia tal, no posto de gasolina..." Fiquei mega sem graça.
Bom, pensei que poderia contornar o dizer dessa página do livro escrevendo alguma outra coisa e virei pra página dois ainda com a idéia firme de que o livro seria um bom presentinho. Aí, na página 2, estava lá: " Meu coração ficava acelerado toda vez que lhe via." Ai, meu Deus. Também não serve. Página 3: " Ficava com um frio na barriga sem saber se você sentia o mesmo por mim." Eita que já está demais. Esse relacionamento não é o meu com o namorado. A gente se conheceu naquele dia, no posto. Tínhamos uma amiga em comum e começamos a sair mais juntos, teatro, cinema, mas numa de amigos. Ele, como morava perto, me apanhava e levava pra casa, a gente conversava muito, eu tinha muito prazer em estar com ele, mas nem me passava pela cabeça que ele era o meu futuro marido! Minha amiga disse que o Hugo estava se apaixonando e eu não via a menor possibilidade de relacionamento, sabe-se lá porquê!!! Acho que eu estava meio cega, procurando o impossível, procurando não ser feliz. Muitas vezes a gente coloca tanto obstáculos na vida que só pode estar se sabotando. E eu, com certeza, estava em um ciclo de tristeza mesmo, saindo com caras errados, totalmente errados...
Voltando pro livro, ainda tentei a página 4 com algum fio de esperança de que agora o lance iria começar a entrar na nossa estória. Lá estava: "Foi amor à primeira vista." Putz! Não foi mesmo! Todos esses clichês românticos não combinam com nosso início de namoro. Desisti alí, fechei o livro e o coloquei de volta na prateleira sabendo que aquele era um presente totalmente equivocado pra nós dois. Nossa estória é outra, construída no dia-a-dia, na perseverança de um cara que olhou pra mim e enxergou além, viu muito mais que a aparência. O Hugo conseguiu me ler sem abrir o livro, sabe? E investiu no que acreditou, teve paciência porque sabia que atrás da dificuldade de me conquistar, viria algo muito maior. E veio. Só posso agradecer a Deus por ter me feito ver o homem maravilhoso que queria estar comigo e que eu não estava conseguindo ver. Sou louca por ele. Isso é maior que qualquer livro com frases bonitas e românticas. E, quer saber? Ele sabe disso. Feliz dia dos namorados pra todo mundo!!!
sábado, 5 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Culpa
A culpa existe e incomoda a gente quando menos esperamos. Acontece quando falamos demais, quando deveríamos ter feito algo que acabamos não fazendo, sei lá porquê, ou se comemos demais ou gastamos o dinheiro que a gente não tem ou deveria economizar. Mas acredito que o primeiro dos seres que sentiu culpa foi uma pobre mãe.
A culpa deve ter nascido no momento do parto. É, isso mesmo. Pelo menos é assim que me sinto desde que o Miguel nasceu. A verdade é que esse sentimento fica que nem tatuagem quando a gente pare. Eu era uma mulher com meu tempo só pra mim, com minha vida só pra mim e, naquele momento do nascimento da minha delícia eu me tornei mãe. Essa mãe não existia em mim até alí. Mesmo com ele na minha barriga não era assim. A mágica acontece mesmo quando aquele serzinho abre os olhos e olha pra sua cara e depende de você pra comer, pra estar limpinho, pra dormir aconchegado. É muito louco. Um sentimento enorme vai crescendo dentro de você, a cada dia cresce mais um pouco e você, que acaba de ser promovida a mãe, tem que aprender rápido a lidar com uma gama enorme e nova de emoções. Por isso que tem mãe que meio que enlouquece depois do parto e a elas vai minha solidariedade. Não é fácil.
A partir desse momento, a culpa me acompanha. Eu sei que estou fazendo o melhor que posso, me esforçando ao máximo para ser a melhor mãe do mundo, mas, ainda sim, me pergunto se é suficiente. Durante a semana é mais fácil porque tenho que trabalhar, preciso da grana e preciso me sentir útil. Definitivamente não me sentiria útil ficando em casa cuidando de criança. Respeito quem faz essa opção, mas eu não seria feliz. Então, não me sinto muito culpada porque preciso estar bem pra passar essa felicidade pro meu filho. Estou com ele durante a noite e de manhã, antes de levá-lo pra creche. Mas quando é sábado e o Hugo está trabalhando e eu fico sozinha, sem ninguém pra dividir as mil tarefas de cuidar de um bebê de 1 aninho, fico louca. Louca e culpada de estar ficando louca!!
Hugo chega do trabalho, me encontra desgrenhada, cansada e esbaforida e logo - anjo que é esse meu marido - pergunta porque eu ainda não pedi a uma das tias da creche para vir ficar em casa aos sábados em que ele está trabalhando, de 15 em 15 dias, pra eu poder ficar mais livre e poder fazer as minhas coisas, sair, ler ou, simplesmente, tomar um banho mais demorado ou assistir a qualquer programa de TV conseguindo chegar ao fim. E a resposta é que eu vou morrer de culpa!!! Pombas, já trabalho a semana inteira, aos domingos, geralmente, minha sogra se oferece pra ficar com ele pra podermos ir ao cinema e aí já acabo ficando pouco com o Miguel, então como, aos sábados vou deixar meu filho com outra pessoa e ficar bem? Ai, sei que não tem nada demais, que muitas mães têm babás e tal, mas eu não vou conseguir. E aí acabo ficando em uma rua sem saída, sem saber como me posicionar diante de mim mesma. Mulher é coisa muito louca mesmo, vai entender...
A culpa deve ter nascido no momento do parto. É, isso mesmo. Pelo menos é assim que me sinto desde que o Miguel nasceu. A verdade é que esse sentimento fica que nem tatuagem quando a gente pare. Eu era uma mulher com meu tempo só pra mim, com minha vida só pra mim e, naquele momento do nascimento da minha delícia eu me tornei mãe. Essa mãe não existia em mim até alí. Mesmo com ele na minha barriga não era assim. A mágica acontece mesmo quando aquele serzinho abre os olhos e olha pra sua cara e depende de você pra comer, pra estar limpinho, pra dormir aconchegado. É muito louco. Um sentimento enorme vai crescendo dentro de você, a cada dia cresce mais um pouco e você, que acaba de ser promovida a mãe, tem que aprender rápido a lidar com uma gama enorme e nova de emoções. Por isso que tem mãe que meio que enlouquece depois do parto e a elas vai minha solidariedade. Não é fácil.
A partir desse momento, a culpa me acompanha. Eu sei que estou fazendo o melhor que posso, me esforçando ao máximo para ser a melhor mãe do mundo, mas, ainda sim, me pergunto se é suficiente. Durante a semana é mais fácil porque tenho que trabalhar, preciso da grana e preciso me sentir útil. Definitivamente não me sentiria útil ficando em casa cuidando de criança. Respeito quem faz essa opção, mas eu não seria feliz. Então, não me sinto muito culpada porque preciso estar bem pra passar essa felicidade pro meu filho. Estou com ele durante a noite e de manhã, antes de levá-lo pra creche. Mas quando é sábado e o Hugo está trabalhando e eu fico sozinha, sem ninguém pra dividir as mil tarefas de cuidar de um bebê de 1 aninho, fico louca. Louca e culpada de estar ficando louca!!
Hugo chega do trabalho, me encontra desgrenhada, cansada e esbaforida e logo - anjo que é esse meu marido - pergunta porque eu ainda não pedi a uma das tias da creche para vir ficar em casa aos sábados em que ele está trabalhando, de 15 em 15 dias, pra eu poder ficar mais livre e poder fazer as minhas coisas, sair, ler ou, simplesmente, tomar um banho mais demorado ou assistir a qualquer programa de TV conseguindo chegar ao fim. E a resposta é que eu vou morrer de culpa!!! Pombas, já trabalho a semana inteira, aos domingos, geralmente, minha sogra se oferece pra ficar com ele pra podermos ir ao cinema e aí já acabo ficando pouco com o Miguel, então como, aos sábados vou deixar meu filho com outra pessoa e ficar bem? Ai, sei que não tem nada demais, que muitas mães têm babás e tal, mas eu não vou conseguir. E aí acabo ficando em uma rua sem saída, sem saber como me posicionar diante de mim mesma. Mulher é coisa muito louca mesmo, vai entender...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Um dia feliz
Sou louca por fotografia! Acho que em qualquer evento o mais importante, a preocupação principal, não deve ser a comida, o lugar ou a roupa. Isso é importante também, mas o essencial é o que ficará pra posteridade, o que será a lembrança de tudo o que aconteceu, do clima do dia. Enfim, as fotos pra mim são o mais importante. Por isso, não economizo com o fotógrafo que além de bom, tem que deixar os fotografados à vontade.
Assim aconteceu quando estava procurando o fotógrafo para o meu casamento. Depois de pesquisar e conhecer o trabalho de vários, cheguei ao Marcelo Anjo. Foi uma das muitas coisas legais que aconteceram durante a fase de preparação do meu casamento. Muitas pessoas conheci no escuro, sem ter indicação de ninguém. E a escolha do Marcelo pra fazer a filmagem e as fotos desse dia foi mais que acertada. Tivemos afinidade de cara e isso ficou claro nas fotos. Eu e o namorado estávamos super confortáveis com relação a presença dele. Tão à vontade que nem percebia as fotos que ele estava tirando.
Quando engravidei, queria registrar o momento e liguei pro Marcelo. Eu não queria foto em estúdio, queria fugir das mesmas fotos, com as mesmas poses e roupas que toda grávida tira. Eu queria fotos ao ar livre, naturais, sem pose. Mas quis o destino que o Miguel nascesse 1 semana antes da data marcada pra fazer as fotos... Então, pensei que quando o Miguelito estivesse com quase um aninho eu faria as tais fotos ao ar livre com ele fora da minha barriga. A família completa.
As fotos que ilustram esse post foram as que fizemos no Jardim Botânico e elas ficaram lindas! Além disso, foi maravilhoso ver como o Marcelo está progredindo e ficando cada vez melhor, com o olho ainda mais atento. Foi uma tarde bacana, ao lado do meu filho lindo e do meu eterno namorado. E o Marcelo alí, o mesmo cara bacana e simpático de sempre, dando seu toque aos nossos momentos especiais. Como sempre disse, foto é pra sempre. E, por isso, tem que ser bem registrada. Não é pra qualquer um. Agradeço pelo Marcelo ter dividido com a gente essa tarde tão feliz.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Coração Mole
O Hugo sempre diz que só existe esperto porque existe otário. Eu, muitas vezes me sinto totalmente otária. Acho que é por minha capacidade de esquecer o que me fazem de mal, o que me machuca. Talvez eu mesma confunda esse meu jeito de achar que as pessoas podem se arrepender de algumas ações, podem repensar e chegar a conclusão de que se equivocaram, fizeram besteira, com ser boba.
Acho que já cheguei a um ponto da vida em que deveria ter mais reservas, me expor menos, dar menos a cara pra bater. Mas, por outro lado, sinto como se fosse isso o que me propicia crescer, aprender com meus erros, aprender com o que os outros pensam. Por isso gosto tanto quando as pessoas são elas mesmas, independente do cargo que ocupam em uma empresa, posição dentro de um núcleo familar ou de amizade, e dizem o que pensam ainda que seja algo muito diferente do que eu acho.
Quantas vezes já mudei de idéia diante do comentário de um amigo, colega de trabalho ou parente? Muitas! Até gosto quando discordam com argumentos que me façam entender outro ponto de vista, outra forma de ver a mesma situação. Isso me faz acreditar que estou ampliando meus horizontes, amadurecendo.
Mas voltando ao coração mole, continuo achando, mesmo que algumas vezes me ferre, que as pessoas mudam quando querem, que podem aprender com os erros e que merecem chance. Acredito demais na capacidade do ser humano de reconhecer erros e de seguir em frente, mudar. Se sou otária por ser assim ainda não descobri. Só sei que não gosto de ser injusta, de negar uma oportunidade a alguém que merece. E, de verdade, nem sei se algum dia vou conseguir chegar a alguma conclusão com relação a esse meu coração mole.
Acho que já cheguei a um ponto da vida em que deveria ter mais reservas, me expor menos, dar menos a cara pra bater. Mas, por outro lado, sinto como se fosse isso o que me propicia crescer, aprender com meus erros, aprender com o que os outros pensam. Por isso gosto tanto quando as pessoas são elas mesmas, independente do cargo que ocupam em uma empresa, posição dentro de um núcleo familar ou de amizade, e dizem o que pensam ainda que seja algo muito diferente do que eu acho.
Quantas vezes já mudei de idéia diante do comentário de um amigo, colega de trabalho ou parente? Muitas! Até gosto quando discordam com argumentos que me façam entender outro ponto de vista, outra forma de ver a mesma situação. Isso me faz acreditar que estou ampliando meus horizontes, amadurecendo.
Mas voltando ao coração mole, continuo achando, mesmo que algumas vezes me ferre, que as pessoas mudam quando querem, que podem aprender com os erros e que merecem chance. Acredito demais na capacidade do ser humano de reconhecer erros e de seguir em frente, mudar. Se sou otária por ser assim ainda não descobri. Só sei que não gosto de ser injusta, de negar uma oportunidade a alguém que merece. E, de verdade, nem sei se algum dia vou conseguir chegar a alguma conclusão com relação a esse meu coração mole.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Amigos que a vida devolve
Estava pensando hoje como a vida da gente é engraçada e dá voltas. Quando eu era criança, tinha minha turminha no colégio que, pela própria vida, acabaram indo cada um para um lado diferente. Alguns desses amigos voltaram com o orkut pra minha vida e espero que não saiam mais. Marcelo Xavier, Patrícia, Deborah e Raquel voltaram com tudo e é um prazer tê-los de volta.
Já adolescente, em um colégio diferente, fui da sala da Kátia. Totalmente diferentes, éramos da mesma turma mas de grupos distintos. Nossa, 20 anos depois voltamos a nos encontrar, trabalhando juntas. E é uma alegria poder conhecê-la agora, oportunidade que a vida nos deu lá atrás e que não soubemos aproveitar. Talvez porque não fosse o momento certo mesmo. Dessa vez, não deixamos passar. Sei que ela tem um coração enorme e que atrás daquele jeito forte, de quem sempre sabe o que quer, existe uma mulher frágil que precisa de muito carinho e sentimentos verdadeiros. Deus queira que encontre o que merece.
E ainda tem a Dani. Conhecemo-nos através de um ex-namorado e nunca fomos próximas, éramos mesmo apenas conhecidas. Um dia, pela internet afora, de deparo com seu blog e com todos os acontecimentos inusitados de sua vida. Fico tocada e com uma vontade enorme de dizer a ela que é muito especial. Pronto. Isso nos aproximou e hoje tenho um carinho e um respeito enorme por sua história e seu coração enorme.
Que bom que é assim. Que bom que temos uma segunda chance de vez em quando. E que saibamos aproveitar sempre essas segundas chances pra fazer essas amizades valerem pro resto de nossas vidas.
Já adolescente, em um colégio diferente, fui da sala da Kátia. Totalmente diferentes, éramos da mesma turma mas de grupos distintos. Nossa, 20 anos depois voltamos a nos encontrar, trabalhando juntas. E é uma alegria poder conhecê-la agora, oportunidade que a vida nos deu lá atrás e que não soubemos aproveitar. Talvez porque não fosse o momento certo mesmo. Dessa vez, não deixamos passar. Sei que ela tem um coração enorme e que atrás daquele jeito forte, de quem sempre sabe o que quer, existe uma mulher frágil que precisa de muito carinho e sentimentos verdadeiros. Deus queira que encontre o que merece.
E ainda tem a Dani. Conhecemo-nos através de um ex-namorado e nunca fomos próximas, éramos mesmo apenas conhecidas. Um dia, pela internet afora, de deparo com seu blog e com todos os acontecimentos inusitados de sua vida. Fico tocada e com uma vontade enorme de dizer a ela que é muito especial. Pronto. Isso nos aproximou e hoje tenho um carinho e um respeito enorme por sua história e seu coração enorme.
Que bom que é assim. Que bom que temos uma segunda chance de vez em quando. E que saibamos aproveitar sempre essas segundas chances pra fazer essas amizades valerem pro resto de nossas vidas.
Festa
A festa do Miguel foi ótima!! Não me arrependo nem um pouco de ter gasto dinheiro pra fazê-la e nem de ter gasto mais dinheiro quando a primeira casa de festas devolveu o valor pago e me fez ir em busca de outro local. Até isso, vejo agora, foi obra de Deus. A casa de festas é maravilhosa, todas as pessoas que lá trabalham foram extremamente gentis e simpáticas o que ajuda a tornar o clima ainda mais feliz.
Como eu gosto de ter pessoas bacanas reunidas, amigos queridos que nem sempre podem estar juntos e que se reunem em ocasiões assim para celebrarem. Um aniversário é, normalmente, um acontecimento cercado de alegria. Não sei se é assim pra todos, mas eu ADORO fazer aniversário, festa, estar com amigos pertinho de mim, me abraçando e desejando coisas boas. Levo essa energia para todo o resto do ano.
O Miguel estava com febre desde quinta-feira, mas aproveitou a festinha o que pôde. Nâo estava 100%, mas acho que sentiu a energia de todos os convidados. Só posso agradecer a Deus, mais uma vez, por essa alegria. Alegria que vou guardar pra sempre.
Lembro que há uns 8 meses estava eu conversando com minha amiga Dani, por e-mail, quando ela me aconselhou a fazer a festinha sim, porque meu filho só faria 1 aninho uma vez. Ela, que já passou por muitas e boas nessa vida, sabe que mais vale o hoje celebrado que o amanhã esperado que pode nunca chegar. Que bom que segui seu conselho.
sábado, 22 de maio de 2010
A festinha do Miguel
Estou cansada. E feliz. Amanhã sera a festinha do Miguelito e, depois de tanta confusão, que bom que ela vai acontecer!! Como não poderia ser tão simples assim, Miguel esta com uma virose desde quinta -feira e, por isso, tem tido febre e vem me dando mais trabalho que o normal. Espero que amanhã ele esteja mais bem disposto.
Sempre achei que festa de um ano fosse a maior besteira, que a criança mesmo não aproveita nada e sempre disse que não gastaria dinheiro com festa. Pelo menos não no primeiro aninho. Gente, mas quando se tem filho da uma vontade louca de comemorar, ainda mais como o Miguel, que nasceu prematuro e hoje esta lindo, forte, esperto demais. Tenho mil motivos pra comemorar a chegada dele na minha vida e, assim, não pude resistir em fazer a festinha.
Penso em todos os detalhes, da musica que vai tocar a disposição das mesas. Sou assim, organizada. So estou aprendendo com o Miguel que em toda a minha organização preciso sempre pensar em um plano B, porque esse meu menino e um brincalhão. Agora arranjou essa virose perto da data da festinha e eu que me vire com mais essa!! A gente imagina e se esforça pra tudo ser perfeito, pra não dar nada errado e esquece que sempre existirão fatores alheios a nossa vontade, coisas que não podemos controlar.
Aprendizado pra mim. Mais um. Por mais que a gente se esforce e faça tudo pra agradar a todos, ha sempre aqueles que não concordam, que não se agradam, que pensam de diferente. Nem Jesus foi unanimidade. Achei que ja tinha entendido isso, que não podemos agradar a todos e que nem sempre as coisas saem do jeito que a gente quer ou planeja, mas o Miguel esta ai, como um presente de Deus pra mim, me ajudando a entender, ainda nessa vida, que precisamos fazer sempre a nossa parte, fazer o que e certo, pra poder dormir tranquilo sabendo que se esforçou ao maximo, que se dedicou o que podia. E, se no fim não der certo, voce tem pelo menos a certeza no coração que fez tudo que estava ao seu alcance pra dar.
Sempre achei que festa de um ano fosse a maior besteira, que a criança mesmo não aproveita nada e sempre disse que não gastaria dinheiro com festa. Pelo menos não no primeiro aninho. Gente, mas quando se tem filho da uma vontade louca de comemorar, ainda mais como o Miguel, que nasceu prematuro e hoje esta lindo, forte, esperto demais. Tenho mil motivos pra comemorar a chegada dele na minha vida e, assim, não pude resistir em fazer a festinha.
Penso em todos os detalhes, da musica que vai tocar a disposição das mesas. Sou assim, organizada. So estou aprendendo com o Miguel que em toda a minha organização preciso sempre pensar em um plano B, porque esse meu menino e um brincalhão. Agora arranjou essa virose perto da data da festinha e eu que me vire com mais essa!! A gente imagina e se esforça pra tudo ser perfeito, pra não dar nada errado e esquece que sempre existirão fatores alheios a nossa vontade, coisas que não podemos controlar.
Aprendizado pra mim. Mais um. Por mais que a gente se esforce e faça tudo pra agradar a todos, ha sempre aqueles que não concordam, que não se agradam, que pensam de diferente. Nem Jesus foi unanimidade. Achei que ja tinha entendido isso, que não podemos agradar a todos e que nem sempre as coisas saem do jeito que a gente quer ou planeja, mas o Miguel esta ai, como um presente de Deus pra mim, me ajudando a entender, ainda nessa vida, que precisamos fazer sempre a nossa parte, fazer o que e certo, pra poder dormir tranquilo sabendo que se esforçou ao maximo, que se dedicou o que podia. E, se no fim não der certo, voce tem pelo menos a certeza no coração que fez tudo que estava ao seu alcance pra dar.
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