Ontem fiz 5 anos de casada. Passa tão rápido... Parece que foi ontem que era chegado o grande dia e eu não estava cabendo em mim de tanta felicidade!! Faz 5 anos que eu e namorado estamos casados e, muitas vezes, parece bem mais quando penso em tantas coisas que já aconteceram, momentos lindos, momentos difíceis, que só serviram pra vermos o quanto é bom estarmos juntos e o quanto aprendemos um com o outro.
Trabalhamos o dia inteiro e é claro que eu gostaria de ter feito algo especial. Todos os anos, desde que casamos, deixamos para tirar férias em abril e planejamos uma viagem nessa data para celebrarmos o momento e sentirmos o clima de lua-de-mel de novo. Esse ano, por causa da festinha de 1 ano do Miguel, resolvemos adiar nossa viagem pra setembro. Sem problemas, a vida com filho exige tanta coisa, tanta renúncia, que o fato de termos que adiar férias é nada se comparado com todo o resto. O fato é que tivemos um dia normal, trabalhamos e Hugo me pegou em casa para irmos juntos buscar Miguelito na creche. Lá pelas 11 da noite, Miguel aceso e sem querer dormir pra gente poder namorar, descansar, enfim, ficar juntos, vira-se o Hugo pra mim: "Você poderia imaginar que no seu aniversário de 5 anos de casada, você estaria em um quarto de bebê, cheia de sono, catando as chupetas que seu filho insiste em jogar pra fora do berço??"
Realmente, a resposta é não. Até porque, como atores principais da nossa existência, sempre imaginamos algo glamouroso para nossa vida como voltar ao mesmo lugar onde passamos a lua-de-mel, comemorar com um jantar em um restaurante bacana, uma noite no mesmo hotel em que passamos a noite de núpcias ou, já diminuindo a grandiosidade dos sonhos, um cineminha e uma pizza. De verdade, não, nunca imaginei que seria mãe, nem que estaria nessa data importante e bonita pra mim e pro namorado, dentro de casa, esperando meu bebê dormir pra ... dormir também! Totalmente sem glamour.
Mas olhar pra trás e ver que estamos construindo uma estória legal, com respeito, acreditando no nosso amor e que Deus nos deu a benção de ter um bebê forte, lindo, saudável, e que é o fruto desse amor, é nossa maior celebração. Hoje, ele precisa de nós. E nos sentimos gratos por tê-lo por perto e por termos essa importante missão que é educar. Amanhã, Miguel será um homem de bem, honesto e amigo, bom filho, bom marido e bom pai. E teremos muitos outros aniversários de casamento pra comemorar, com ou sem glamour.
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O vestido - Capítulo final
Acabei de chegar da lavanderia onde coloquei o meu querido vestido para lavar pensando evitar uma tragédia se eu mesma fosse fazê-lo. Enfim, chegando lá a dona da lavanderia, uma senhora, veio conversar comigo. Muito nervosa, foi logo me implorando desculpas.
"Ai...", pensei eu, "já vou me ferrar". É, quem me conhece sabe que por mais errada que a pessoa esteja, se vier me pedindo desculpas e dizendo que reconhece que fez besteira, que errou, já me derruba. E assim foi. De tão nervosa, ela chegava a não articular as palavras direito e eu já comecei a ficar com pena.
No final, não recebi dela o que paguei pelo vestido há 2 anos, mas chegamos perto em um acordo. Já estou no prejuízo mesmo. Um dinheirinho a mais ou a menos não me deixará nem mais rica e nem mais pobre. Prefiro continuar seguindo o meu coração.
Já de saída, perguntei pelo vestido, queria vê-lo. Ela disse que era melhor nem me mostrar, que doeria mais ainda ver um vestido tão lindo todo estragado. Assim, fui embora sem ver o vestido e agora tenho que aguentar a Dedeca, Nanda (aqui do trabalho) e mais a minha irmã dizendo que isso está muito esquisito e que a senhora deveria ter me dado o vestido mesmo estragado. Sou uma molóide! Elas dizem que talvez meu vestido nem manchado esteja, talvez tenha acontecido algo pior que a lavanderia não quer me dizer... Bem, como tenho o lema de que o que não tem solução não é problema, melhor esquecer o tal do vestido e sonhar com as próximas liquidações.
"Ai...", pensei eu, "já vou me ferrar". É, quem me conhece sabe que por mais errada que a pessoa esteja, se vier me pedindo desculpas e dizendo que reconhece que fez besteira, que errou, já me derruba. E assim foi. De tão nervosa, ela chegava a não articular as palavras direito e eu já comecei a ficar com pena.
No final, não recebi dela o que paguei pelo vestido há 2 anos, mas chegamos perto em um acordo. Já estou no prejuízo mesmo. Um dinheirinho a mais ou a menos não me deixará nem mais rica e nem mais pobre. Prefiro continuar seguindo o meu coração.
Já de saída, perguntei pelo vestido, queria vê-lo. Ela disse que era melhor nem me mostrar, que doeria mais ainda ver um vestido tão lindo todo estragado. Assim, fui embora sem ver o vestido e agora tenho que aguentar a Dedeca, Nanda (aqui do trabalho) e mais a minha irmã dizendo que isso está muito esquisito e que a senhora deveria ter me dado o vestido mesmo estragado. Sou uma molóide! Elas dizem que talvez meu vestido nem manchado esteja, talvez tenha acontecido algo pior que a lavanderia não quer me dizer... Bem, como tenho o lema de que o que não tem solução não é problema, melhor esquecer o tal do vestido e sonhar com as próximas liquidações.
Fotos


Ontem recebi, finalmente, as fotos que tirei com o Miguel para o catálogo do dia das mães da Enjoy. Nossa, meu filho ficou tão lindo!!!! Como é fofo e gostoso...rs...
Sinceramente, de todas as fotos que tiramos a escolhida por eles para ser publicada no catálogo nem é a minha favorita. A minha favorita são essas que aparecem no post. Eu e Miguel, Miguel e eu.
O bom de ter sido convidada pra fazer as fotos é que mãe, normalmente, tem poucas fotos com os filhos. É ela quem anda pra cima e pra baixo com a câmera tentando flagrar os melhores momentos da cria. Por isso, amei ter essas fotos lindas com meu filho. Será uma recordação pra sempre. Aliás, sempre digo que em qualquer ocasião, festa ou evento, é preciso ter cuidado com as fotos, com a escolha da pessoa que as fará. No final de tudo, quando o tempo passa, é o que fica. E esse dia ficará sempre guardado na minha memória como o dia em que eu e meu filhote fomos modelos pela primeira vez!!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Maré
Ando em uma maré baixa danada... Se não bastasse a quantidade enorme de trabalho e compromissos que me fazem desejar que meu dia tenha 50 horas, as coisas não andam correndo às mil maravilhas. Toda vez que o telefone toca e o número é desconhecido já fico nervosa. Primeiro, no sábado, o telefone tocou e era a dona da casa de festas me chamando pra devolver o dinheiro pago em janeiro. Hoje, no caminho pra levar o Miguel ao pediatra para a consulta de 11 meses, toca o telefone novamente. Número desconhecido mais uma vez. Dessa vez, era da lavanderia. De novo, más notícias pra mim.
O vestido da foto acima, não será mais usado... Bonito, né? Eu adorava!! Só usei três vezes e me sentia linda nele... Resumindo, a lavanderia manchou meu vestido!!! Dá pra acreditar? Um vestido que comprei há 2 anos e que, na liquidação, já beirava os quatro dígitos!!!
A dona da lavanderia disse que era pra eu ir até a loja e comprar outro que ela pagaria por ele. Ok. Se a loja tivesse outro depois de 2 anos. Vou conversar com ela no sábado, quando irei até lá pegar outras coisas que deixei. Espero que ela, pelo menos, pague o que eu paguei na época e, mesmo assim, sei que hoje não compraria o mesmo vestido com o dinheiro que espero receber.
Pra terminar o dia, assim que cheguei até a creche para buscar o Miguel, outra notícia escabrosa: uma mãe havia acabado de ser assaltada na porta da creche, minutos antes de eu chegar. Levaram carro e bolsa. Dessa vez escapei. O que me consola é que a maré agora só pode subir. E que venha a maré alta!!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Planos
Estou de volta ao Rio depois de um final de semana maravilhoso!! Parecia lua-de-mel, diferente da que tive porque durante minha lua-de-mel eu e namorado saímos muito, conhecemos muitos lugares lindos e ficávamos no quarto só a noite. Dessa vez, cidade feia - os gaúchos que me perdoem - o quarto era o maior atrativo!!!
Bem, como nem tudo pode ser perfeito, no sábado, quando estávamos almoçando, recebo um telefonema do Rio. Era a dona da casa de festas na qual faremos a festinha de 1 ano do Miguel. Nem passou pela minha cabeça que a notícia não seria boa já que me encontrava cheia de alegria... Mas o fato é que a casa de festas sofreu com o deslizamento do terreno de trás que pertence a Shell. Teve uma das paredes tombadas pelas árvores que deslizaram e precisará entrar em obras... Enfim, o telefonema era para que eu fosse buscar meu dinheiro de volta... Como assim? Fiquei atordoada. De novo a vida me pregando peças. Eu totalmente organizada, já estou com os convites que mandei confeccionar especialmente para a festa, decorado com o tema, prontos. Com data, horário e local! Mas, como desde o nascimento do Miguel, já estou ficando acostumada com os altos e baixos da vida, procurei me acalmar para enxergar todas as possibilidades.
Poderia procurar como louca uma outra casa de festas. Ok. Fiz isso. Não encontrei data, é lógico. Está hiper em cima da hora. A festa seria em 16 de maio. Poderia tentar sair da Ilha, fazer em uma casa mais distante. Procurei, até achei datas, mas o preço - que fechei em janeiro - já não mais o mesmo. E não vou gastar mais da metade que paguei. É uma insanidade. Não tenho dinheiro pra jogar fora ainda. Sendo assim, pensei que a melhor saída seria fazer lá mesmo, depois das obras ficarem prontas. A previsão é que levará 1 mês. Nunca leva. Quem já teve obra em casa, sabe que o prazo dado nunca é cumprido. Calculo, então, que a casa estará pronta, no máximo, em início de junho. Mas, pra garantir, marquei dia 03 de julho.
A dona da casa de festas nem quis continuar com meu dinheiro. Preferiu deixar comigo porque e se a obra não ficar pronta nem em 3 meses?? Ai, meu Deus. Resolvi relaxar e deixar nas mãos no Senhor. Se a casa de festas estiver pronta, a festa sai. Com 2 meses de atraso, mas sai. Se não ficar, deixa pra lá. Sei que meu filho não fará 1 aninho outra vez... Mas não posso me lamentar por algo que está além do meu controle. Espero que tudo dê certo. E, novamente, me deparo com uma situação na qual paro pra me perguntar se algum dia vou conseguir não fazer planos... Sinceramente, acho que não. Mas vou conseguir lidar melhor com o fato de que, algumas vezes, os planos não dão certo.
Bem, como nem tudo pode ser perfeito, no sábado, quando estávamos almoçando, recebo um telefonema do Rio. Era a dona da casa de festas na qual faremos a festinha de 1 ano do Miguel. Nem passou pela minha cabeça que a notícia não seria boa já que me encontrava cheia de alegria... Mas o fato é que a casa de festas sofreu com o deslizamento do terreno de trás que pertence a Shell. Teve uma das paredes tombadas pelas árvores que deslizaram e precisará entrar em obras... Enfim, o telefonema era para que eu fosse buscar meu dinheiro de volta... Como assim? Fiquei atordoada. De novo a vida me pregando peças. Eu totalmente organizada, já estou com os convites que mandei confeccionar especialmente para a festa, decorado com o tema, prontos. Com data, horário e local! Mas, como desde o nascimento do Miguel, já estou ficando acostumada com os altos e baixos da vida, procurei me acalmar para enxergar todas as possibilidades.
Poderia procurar como louca uma outra casa de festas. Ok. Fiz isso. Não encontrei data, é lógico. Está hiper em cima da hora. A festa seria em 16 de maio. Poderia tentar sair da Ilha, fazer em uma casa mais distante. Procurei, até achei datas, mas o preço - que fechei em janeiro - já não mais o mesmo. E não vou gastar mais da metade que paguei. É uma insanidade. Não tenho dinheiro pra jogar fora ainda. Sendo assim, pensei que a melhor saída seria fazer lá mesmo, depois das obras ficarem prontas. A previsão é que levará 1 mês. Nunca leva. Quem já teve obra em casa, sabe que o prazo dado nunca é cumprido. Calculo, então, que a casa estará pronta, no máximo, em início de junho. Mas, pra garantir, marquei dia 03 de julho.
A dona da casa de festas nem quis continuar com meu dinheiro. Preferiu deixar comigo porque e se a obra não ficar pronta nem em 3 meses?? Ai, meu Deus. Resolvi relaxar e deixar nas mãos no Senhor. Se a casa de festas estiver pronta, a festa sai. Com 2 meses de atraso, mas sai. Se não ficar, deixa pra lá. Sei que meu filho não fará 1 aninho outra vez... Mas não posso me lamentar por algo que está além do meu controle. Espero que tudo dê certo. E, novamente, me deparo com uma situação na qual paro pra me perguntar se algum dia vou conseguir não fazer planos... Sinceramente, acho que não. Mas vou conseguir lidar melhor com o fato de que, algumas vezes, os planos não dão certo.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Rumo a Porto Alegre
Estava querendo muito que esse final de semana chegasse! E chegou. Hoje já tenho que arrumar as malas pra amanhã de manhã ir pra Porto Alegre com o namorado. Ele será padrinho de casamento no sábado, de um amigo que mora lá e resolvemos, com todo apoio da minha irmã, ir na sexta para descansarmos mais.
Confesso que não estou animada para o casamento em si... Estou animada por poder ficar 3 dias inteiros só eu e ele. Estou animada porque essa será a segunda vez desde que o Miguel nasceu em que eu poderei dormir até acordar!! A primeira vez foi no meu aniversário, quando minha irmã se ofereceu para ficar com o Miguelito pra eu e Hugo podermos passar a noite fora. Foi ótimo. Mas agora será melhor ainda, até porque estamos precisando mais.
Vou ficar com saudade da meu bebê, ainda mais agora que já faz tantas gracinhas e que interage tanto. Mas tenho certeza de que ele gostará de ter a mamãe de volta no domingo bem mais feliz e leve. E que venha o fim de semana!!
Confesso que não estou animada para o casamento em si... Estou animada por poder ficar 3 dias inteiros só eu e ele. Estou animada porque essa será a segunda vez desde que o Miguel nasceu em que eu poderei dormir até acordar!! A primeira vez foi no meu aniversário, quando minha irmã se ofereceu para ficar com o Miguelito pra eu e Hugo podermos passar a noite fora. Foi ótimo. Mas agora será melhor ainda, até porque estamos precisando mais.
Vou ficar com saudade da meu bebê, ainda mais agora que já faz tantas gracinhas e que interage tanto. Mas tenho certeza de que ele gostará de ter a mamãe de volta no domingo bem mais feliz e leve. E que venha o fim de semana!!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Morte e vida
Como é difícil entender os caminhos de Deus. Como somos pequenos diante de tanta sabedoria... Só que na hora em que estamos no furacão é quase impossível não questionar porquê. Por que as coisas são do jeito que são e pronto?
Hoje um professor muito querido da academia morreu depois de estar 1 semana na UTI em virtude de um acidente de moto. Um acidente bobo que o fez cair da moto e ser atropelado por uma kombi. Lembro de ter lhe perguntado porque não parava de usar a moto logo depois de ter perdido meu cunhado em um acidente, também de moto. Ele me disse o que todos os motociclistas e apaixonados por esse meio de locomoção dizem: que é seguro, que ele é mega cuidadoso - e era mesmo - e sempre andava com todos os aparatos de segurança necessários e obrigatórios. Enfim, nada disso adiantou. Chegou a hora.
O mais triste disso tudo é que a esposa dele está grávida, já de 9 meses. O bebê, chamado Bruno, nascerá dentro dos próximos dias. Não posso e nem gosto de imaginar essa jovem mulher, a espera do primeiro filho do casal, cheia de planos e sonhos, vendo tudo desbotar de repente. Vida e morte tão perto. E só Deus pra saber a razão. Tenho muita fé, uma fé inabalável que me faz crer que há um propósito para tudo nessa vida louca. Acredito em Deus e em sua infinda bondade. Mas sou humana e tenho minhas fraquezas.
O que mais me machuca é imaginar o tudo de que essa mulher e esse filho serão privados. Tantos momentos, tantos desejos. A pior saudade não é a saudade daquilo que já passou. Essa, muitas vezes, até acalenta, alegra o coração. A pior saudade é a do futuro, é a de tudo que não se viveu. Essa sim, machuca demais. Como já disse meu querido Renato Russo,
"... meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi."
Hoje um professor muito querido da academia morreu depois de estar 1 semana na UTI em virtude de um acidente de moto. Um acidente bobo que o fez cair da moto e ser atropelado por uma kombi. Lembro de ter lhe perguntado porque não parava de usar a moto logo depois de ter perdido meu cunhado em um acidente, também de moto. Ele me disse o que todos os motociclistas e apaixonados por esse meio de locomoção dizem: que é seguro, que ele é mega cuidadoso - e era mesmo - e sempre andava com todos os aparatos de segurança necessários e obrigatórios. Enfim, nada disso adiantou. Chegou a hora.
O mais triste disso tudo é que a esposa dele está grávida, já de 9 meses. O bebê, chamado Bruno, nascerá dentro dos próximos dias. Não posso e nem gosto de imaginar essa jovem mulher, a espera do primeiro filho do casal, cheia de planos e sonhos, vendo tudo desbotar de repente. Vida e morte tão perto. E só Deus pra saber a razão. Tenho muita fé, uma fé inabalável que me faz crer que há um propósito para tudo nessa vida louca. Acredito em Deus e em sua infinda bondade. Mas sou humana e tenho minhas fraquezas.
O que mais me machuca é imaginar o tudo de que essa mulher e esse filho serão privados. Tantos momentos, tantos desejos. A pior saudade não é a saudade daquilo que já passou. Essa, muitas vezes, até acalenta, alegra o coração. A pior saudade é a do futuro, é a de tudo que não se viveu. Essa sim, machuca demais. Como já disse meu querido Renato Russo,
"... meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi."
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