quinta-feira, 13 de junho de 2013

Houston

Quando começamos a programar nossa viagem de férias, eu só tinha a certeza de que gostaria de ir pra algum lugar de praia já que nos dois anos anteriores a gente tinha ido pra lugares em que faz frio na época de nossas férias. Eu acabei me decidindo por Los Cabos, no México, desde que vi o filme "Sex and the City" e as personagens vão pra lá quando Carry é deixada no altar pelo Mr. Big. Mas Los Cabos é assunto pra outro post.

Bem, fomos comprar as passagens e vimos que a perna pra Los Cabos dos EUA mais barata seria de Houston. E, assim, decidimos que antes de ir pra Los Cabos conheceríamos Houston. O Namorado decidiu isso rapidinho porque queria mesmo é ir ao NASA Johnson Space Center. Fomos e é claro que ele mega curtiu e eu até que gostei... Mais por vê-lo feliz que propriamente pelos filmes estilo Discovery Channel, apolos e saturnos.




Foi bacana ter ficado lá esses 3 dias, eu não conhecia e achei a cidade, como qualquer outra grande cidade, com vida cultural intensa, museus, prédios altos no centro da cidade e, surpreendentemente, com muitos parques. Estávamos em plena terça - feira passeando pelo centro financeiro e vimos muitas mães com seus filhos brincando nos parques nos arredores. Tem um aquário muito organizado. Miguel teria gostado de conhecer... Engraçado é que fiquei com uma lembrança de Los Angeles porque não há muitas pessoas caminhando pelas ruas, nem na hora do almoço no centro da cidade. Eles fazem tudo de carro mesmo e só há mais gente, obviamente, nos pontos turísticos, parques e ruas principais. Fiquei com a sensação de distância e frieza. Um pouco do que senti em LA quando estive lá.






Fomos também a Woodlands que fica ao norte de Houston, mais ou menos 40 minutos de carro. É uma área em crescimento comercial - antes apenas residencial - muito bonitinha, com uma cara mais amiga, mais aconchegante. E antes de ir pra Cabo fomos também a Galveston, uma ilha pequena, fofa, acolhedora, pra final de semana, férias. Passei um dia muito agradável lá. Pra quem vai com criança tem um parque aquático legal, perto do Moody Gardens.





Muitas vezes visito um lugar e fico com um gostinho de quero mais, uma vontade de voltar e ficar mais tempo. Isso não aconteceu com Houston. Conhecer lugares novos é sempre maravilhoso, sempre se aprende alguma coisa com a experiência. Mas não saí de Houston com vontade de voltar. Se algum dia passar por lá de novo, ok. Mas se eu não voltar mais lá, não vou sentir saudade.









quarta-feira, 12 de junho de 2013

Obrigada, Samirex!!

Nesse dia dos namorados eu queria muito tirar esse tempinho pra registrar um agradecimento a uma amiga. Sem ela, talvez eu não estivesse com o Hugo. 

Em 2003, solteira, totalmente na pista e já ficando cansada dela, conheci a amiga da amiga da amiga: a Samira. E a Samirex - é assim que a chamo desde que conheci - tinha um amigo. Na verdade, ela e Hugo são muito amigos, desde a época da escola. E numa dessas nights da vida em que a amiga chama os amigos que também chamam outros amigos, fui apresentada ao Namorado. 

Não foi amor à primeira vista, nem à segunda, nem à terceira. Morávamos perto, tínhamos afinidades, gostávamos de conversar e pra mim era só isso. Mas a Samirex via em nós dois juntos algo que eu não via. Ela via um futuro pra nós. E, por enxergar o que eu não enxergava, sempre insistiu pra que eu começasse a sair com o Namorado. 

Não fosse ela existir nesse mundo, talvez eu nunca tivesse esbarrado no meu amor. Não fosse Samirex entrar na minha vida, talvez o Miguel não existisse. Talvez eu não ganhasse a chance de conhecer o cara lindo que o meu namorado é. 

E quero agradecer por essa felicidade toda que sinto. Agradecer a você, Samirex. E quero aproveitar pra desejar que a vida lhe dê também "a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida".

terça-feira, 11 de junho de 2013

Revoltada

Por mais que eu tente, não consigo entender esse país onde vivo. Não consigo entender essa passividade do povo pra certas coisas (que eu julgo importantes) e tanta comoção pra coisas sem a menor importância (pra mim).

No curto período de 4 dias em que estive no Chile, em 2011, pude vivenciar nada menos que 3 movimentos de protesto contra a má qualidade do ensino. Os estudantes reinvidicavam maiores investimentos no nível superior e melhor qualidade do ensino público, assim como acesso mais amplo a maior parte da população a um ensino de excelência. E, mais que isso, apesar de a polícia ser rude muitas vezes, os protestos não cessavam. Os estudantes não se deixavam abater pela truculência policial e até pela morte de algum estudante durante o movimento. Mais além, o protesto era apoiado pela maioria da população. Em nenhum momento ouvi alguém nas ruas do centro, shoppings ou taxistas com quem conversava falar que os estudantes responsáveis pelo movimento eram baderneiros ou malucos. Ao contrário, vi uma cidade que se prepara para receber um protesto, fecha ruas, planeja antecipadamente para que haja o mínimo possível de violência quando os ânimos se exaltam demais. Quero deixar claro que nem todo policial é rude, assim como nem todo estudante é ponderado. Não gosto de estereotipar ninguém.

Enfim, e aqui no Brasil, ninguém quer saber de brigar por nada. E vemos nossos políticos decretarem feriado em cima de feriado, cada um mais despropositado que outro, em nome de jogos de futebol. Ao invés de darem estrutura ao trânsito, ao invés de planejarem e preparem a cidade para poder, de fato, receber um evento de porte grandioso, maquiam a cidade fazendo com que a população fique em casa liberando ruas e deixando livre acesso ao estádio para que todos se divirtam lindos e felizes em um jogo de futebol. Se as escolas não terão aula, isso não é considerado problema. Se os alunos ficarão sem o conteúdo daquele dia decretado feriado, não é problema importante. Importante é a copa das confederações. Se o professor vai ter que rebolar depois pra repor a aula perdida, isso também não é problema deles. Problema deles é fazer a população pensar que a cidade tem toda a estrutura pra receber gente de toda a parte do mundo. A educação que se ferre. De verdade, quem nesse país dá valor pra educação? Poucos. Os considerados loucos, talvez. 

Hoje li no jornal que o prefeito de Fortaleza disse que não há problema em decretar feriado nos dias de jogo do Brasil porque, "afinal, são só 2 dias" e isso facilitaria muito a locomoção pelo entorno do estádio. Será que ele sabe o impacto que dois dias de comércio fechado representa pra esse comerciante, pra esse pai de família que depende de vendas pra pagar o salário de outros tantos pais de família? O que vejo é que o povo fica bem feliz por ter mais dias de feriado, mais dias pra ficar em casa, "descansando e curtindo seu futebol". O que vejo é essa mesma galera que está cansada de trabalhar e está gostando de ter mais um dia pra ficar em casa, encarando filas gigantescas pra conseguir um ingresso pra ver o Brasil jogar. Sim, pra isso eles têm energia. Pra protestar, não. Pra jogo de futebol, sim.

Isso tudo me deixa angustiada, sem ver uma luz do fim do túnel pra esse país, nem a médio nem a longo prazo. A curto prazo, fico aqui na minha escola fazendo a linha doida e dizendo que dia 20 de junho vai ter aula, sim, senhor!! Porque não vou deixar meus alunos sem a matéria, nem sacrificar uma programação de período feita há mais de 6 meses para que tudo corresse a contento durante o semestre. Quem quiser ter aula, terá. Quem quiser ficar em casa assistindo o jogo, que fique. Na vida, tudo é uma questão de colher o que se planta. A hora agora é de plantar.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Independência

Quando li o relatório de avaliação do Miguel da escola, notei que havia uma preocupação, justificada, com o desenvolvimento da independência das crianças nessa fase da vida. Com relação especificamente ao Miguel, estava alí pontuado a necessidade de que eu o deixasse fazer suas tarefas cotidianas sozinho, como calçar seus sapatos ou colocar suas meias. 

De fato, na correria do dia-a-dia, com tempo contado pra chegar em casa e levá-lo pra escola, tanto eu quanto a Taninha optamos por fazer as coisas que ele deveria fazer, apenas para ganharmos tempo, mas compreendo que isso atrapalha um processo que deveria ser dele, por mais tempo que leve. Estou tentando melhorar e deixá-lo calçando suas meias, mesmo que muitas vezes elas fiquem tortas ou que ele saia com um pé de meia diferente do outro. 

Só que outro ponto foi mencionado despretensiosamente, só como exemplo mesmo, e ele vem me incomodando... Esse outro fator de estímulo ao desenvolvimento da independência da criança é com relação a deixarmos o filho na quadra da escola perto da professora, nos despedirmos alí e pronto. Quando eu estava viajando e o meu cunhado levava o Miguel pra escola, era isso o que faziam: se despediam na quadra e Miguel seguia com os amigos e professora para a sala de aula. 

Acontece que quando sou eu que o levo pra escola - e isso é todos os dias, com raras exceções - Miguel segura minha mão e pede: "Me leva até a sala, mamãe?" E eu tenho conversado com ele, dizendo que ele está crescendo e que eu posso deixá-lo sozinho na quadra e que sei que ele pode ir sem minha companhia, até a porta da sala de aula. Ele diz que entende mas, invariavelmente, me pede que o acompanhe. 

E eu estou pensando nisso desde que voltei das férias, nessa "necessidade" de deixar meu filho sozinho pra estimular sua independência e algo nisso não está batendo legal dentro de mim. Algo está me incomodando nessa parte. É que, na verdade, não acho que deixando meu filho seguir sozinho pra sala de aula quando ele solicita minha companhia seja indicador maior ou menor de independência. Entendam bem: eu não teria NENHUM problema em deixá-lo sozinho na escola seja em qualquer parte dela porque confio no trabalho da instituição, desde que meu filho quisesse. 

Desde que Miguel nasceu, venho criando meu filho pro mundo, pra não depender de mim, pra se virar sem minha presença. Prova disso é que viajo todo ano sem ele! Miguel coloca sua cueca sozinho e tenta calçar suas meias, seus sapatos e come sozinho. Enfim, estou estimulando ao máximo que não precise de mim.  Miguel fica sozinho na casa da tia, da avó. E me dá "tchau" sem nem pensar duas vezes quando vai se divertir. Miguel é dessas crianças que não solicita minha presença pra brincar ou ver TV. Brinca em seu quarto horas com seus brinquedos sem que eu necessite ficar por perto. Quando está com fome, muitas vezes vai sozinho até a cozinha e abre o armário pra escolher o biscoito que quer ou abre a geladeira pra pegar a fruta. Uma das únicas coisas que Miguel pede que eu faça com ele é ir até a sala de aula. Por tudo isso, quando páro pra pensar que dentro de muito pouco tempo meu filho será o primeiro a me dizer que não preciso mais nem entrar na escola com ele, que posso deixá-lo no portão mesmo pois subirá sozinho, não vejo motivo para apressar as coisas. 

Logo, logo, beijar a mãe na frente dos amigos será "pagar mico". Sair de mãos dadas com a mãe na rua será  demostração de "infantilidade". Então, porque não aproveitar esses momentos em que meu filho adora me ter por perto em sua plenitude? Por enquanto, Miguel quer ter sua mãozinha na minha, quer que eu o conduza até a porta da sala de aula. Seja lá por que motivo for, isso o faz feliz. E ontem, depois de muito pensar a respeito, decidi que não vou mais tocar nesse assunto com ele. Vou levá-lo até a porta da sala de aula até ele manifestar o desejo de que eu pare de fazê-lo. Meu filho não será menos independente apenas porque gosta que sigamos juntos até a sala de aula. Tudo tem seu tempo e no tempo do Miguel isso vai deixar de acontecer. E, concordemos: o tempo passa tão depressa... 

Sejamos, então, independentes na decisão de vivermos plenamente, satisfazendo nossos corações, esse curto trajeto que vai da quadra até a sala de aula. 


terça-feira, 28 de maio de 2013

Fim de uma saga

Voltamos de viagem com muita saudade do Miguel. Muita mesmo. Engraçado que AMO viajar e a ida, depois que entro no avião, é muito gostosa e cheia de expectativas, mas a volta sempre é muito gostosa também. E não é gostosa só agora que tenho filho e fico louca pra vê-lo, não... Eu sempre gostei de voltar. Nunca tive depressão pós viagem de férias. Gosto da minha vida e voltar pra ela, principalmente depois de ter vivido dias maravilhosos e enriquecida pela experiência, sempre é muito bom. 

Miguel estava e ainda está super carinhoso e nos recebeu cheio de abraços e muitos, muitos beijos. Todo dia, desde que voltei, diz que está muito feliz por eu estar de volta e que sentiu muita saudade com minha ausência. A professora disse que ele ficou um pouco mais agitado do que já é, ansioso por minha volta e os presentes que pediu, é claro. Minha irmã e meu cunhado disseram que ele se comportou muito bem, com saudade, sim, mas nada demais. Disseram que está muito mais fácil ficar com ele. A saudade do Miguel é verbalizada sem muito drama, só com muito carinho mesmo. Ele deixou claro que sentiu minha falta e que me ama muito. Uma delícia.

Eu só não esperava que no meu retorno eu fosse vivenciar o fim de uma saga. O fim da saga do coco do Miguel. Na boa, eu já estava até desesperançada, achando que meu filho faria coco na cueca até 7 anos de idade... Já tinha entregado pra Deus. Eu nem tocava mais nesse assunto com ele. Só que minha sogra disse que no sábado em que ela ficou com ele, ela o levou pro banheiro quando viu que ele estava começando a fazer coco e ele ficou sentado no vaso e fez o coco lá. 

Pensei que fosse uma situação isolada e que ele não fosse repetir o feito tão cedo. Confesso até que pensei que minha sogra estivesse vendo coisas. Mas no domingo, fomos até a casa dela almoçar e Miguel se chegou pra um cantinho e vimos que iria começar a fazer coco na sala. Berê correu pro banheiro e Hugo pegou o Miguel no colo e o colocou sentado na privada, sem adaptador nem nada e .. pluft. Coco caindo vaso abaixo. Mal conseguia acreditar. Conversei com o Miguel e falei que todas as vezes que fosse fazer coco, deveria me avisar pra eu o levar ao banheiro dali por diante, uma vez que estava provado que ele já sabia fazer coco no banheiro. E ainda esperei ele fazer coco mais uma vez no vaso pra ter certeza de que não era sonho. E, de fato, Miguel fez coco no vaso mais uma vez!!!!! Aleluia, bom Senhor!!! Já não era sem tempo!! Festa feita, muitos beijos e congratulações, estou satisfeita demais por estar encerrando esse período longo, diga-se de passagem, de lavar cuecas cagadas. 

Aos 4 anos e 18 dias, está encerrada a saga do coco do Miguel. E, por mais louco que possa parecer, acreditem, isso é felicidade pra mim.

sábado, 18 de maio de 2013

Espetada

Eu amo esse jeito do meu filho de ser. Um menino sem melindres, que sabe se virar quando a coisa aperta. 'E claro, 'e bebe e precisa de mim, mas quando se ve em uma situacao desconfortavel, ele sempre parece dizer pra si mesmo: temos isso pra hoje e vamos la.
 
Fiquei mega feliz quando ele disse pra minha irma que gostaria que ela fosse na festinha de dia das maes da escola. Assim, minha irma poderia gravar tudo e eu poderia ver depois. Nao e a mesma coisa mas eu me sentiria melhor. E assim, foi.
 
Minha irma me ligou assim que saiu da escola e disse que ele participou de tudo e cantou tudo direitinho. Fiquei aliviada. Ao contrario do que possam pensar, nao senti ciume. Fiquei muito feliz por meu filho querer viver suas experiencias sem mim. Fiquei feliz por ele nao fugir da vida.
 
Depois, liguei pra ele e falei que ja sabia que a festinha tinha sido  bacana e que ele fez tudo direitinho conforme o ensaiado pra sua Dida. E, entao, meu gostosinho me surpreende:
 
- Mas a festa era pra mae. A festa era pra voce.
 
Putz. Esse e o Miguel. Vive, se entrega, mas sabe exatamente o que esta acontecendo. Ele nao se engana e deixa claro. Claro pra ele. Claro pra mim. A festa foi linda. Ok. Mas era pra mim e eu nao estava la. Nao falou com raiva, chateacao ou magoa. Falou apenas pra que eu soubesse que ninguem, ninguem me substitui em seu coracao. E que eu fiz falta. Mais: que ele sentiu minha falta. O lugar da mae no coracao de um filho e eterno. Sempre sera.
 
Eu amo esse jeito de ser do meu filho. Ate quando me espeta, ele diz que me ama.
 
 
PS. - Desculpem a falta de acentuacao...

domingo, 12 de maio de 2013

Férias 2013

Todo ano é a mesma coisa. Eu sempre falo pra mim mesma que vai ser melhor a cada vez, que meu coração vai se acostumar com a separação, mas é tudo enganação. 

Sei que Miguel vai ficar bem, minha irmã e meu cunhado são as pessoas com quem quero que meu filho fique caso aconteça alguma coisa comigo, porque sei que seus padrinhos vão sempre cuidar dele como se cuida de um filho e porque sei que seriam capazes de fazer dele um homem correto. Conto com minha mãe, com quem Miguel convive diariamente e que sabe tudo ou quase tudo dele. Conto com minha sogra pra ajudar minha irmã, caso ela precise. E eu fico louca pra tirar férias, sair por aí só com o Namorado e aproveitar e descansar muito. Mas o dia da viagem é muito torturante. Sofro.

Meu coração aperta, eu choro o tempo inteiro e parece até que estou viajando obrigada quando, na verdade, quero muito ir e sei que é quase essencial tirar esses dias OFF de tudo. Até de filho. Só que não consigo evitar esse sentimento estranho que sinto até entrar no avião. 

O que mais queria hoje é que meu filho me desse tchau feliz, que não sentisse minha falta, que eu fosse totalmente dispensável. Talvez chegue esse dia. O dia de eu não ser mais necessário pro Miguel. E, entendam, eu quero mesmo não ser necessária pro meu filho. Quero que a única coisa que nos una seja nosso amor. Não quero que ele precise que eu esteja por perto pra ser feliz. Mas não posso fechar os olhos e achar que isso pode ser hoje. Fato é que hoje ele precisa de mim. Talvez menos do eu imagino, menos do que esse coração de mãe quer supor, pode ser. 

Que Deus proteja meu filho de todo o mal. Que Deus ilumine minha irmã e lhe dê toda a paciência do mundo. Que Deus cubra meu cunhado de bençãos e amor. 

E que minhas férias sejam maravilhosas!! Porque eu mereço.

PS - Na volta, conto tudo!